Núcleo de Geotecnologias da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Geoinfo da EMBRAPA disponibiliza dados espaciais gerados pela pesquisa agropecuária

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Dados espaciais gerados pela pesquisa agropecuária brasileira estão disponíveis ao público na plataforma Geoinfo - Infraestrutura de Dados Espaciais da Embrapa, lançada pela empresa em abril. Nesta semana, o portal chegou a 271 conjuntos de dados como mapas de uso e cobertura das terras e de aptidão agrícola, zoneamentos e diagnósticos ambientais, levantamentos de solo, estimativas de degradação de pastagens, emissão de carbono e produção de água. O Geoinfo, coordenado pela Embrapa Territorial (SP), marca a adesão da empresa à Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde), que unifica bases de informações espaciais produzidas por diversas instituições em todo o País.

A Embrapa Solos (RJ) mantém uma página específica no âmbito do Geoinfo (acesse aqui), também interligada à Inde, com registros classificados por oito temas: mapeamento de solos; mapeamento de atributos de solos; zoneamentos agroecológicos; aptidão agrícola das terras; uso e cobertura das terras; mapeamento de terras para irrigação; mapeamento de serviços ecossistêmicos e vulnerabilidade das terras.

Os conteúdos estão divididos em três seções:
Camadas: dados geoespaciais em formato de vetor ou raster publicados pela Embrapa e parceiros;
Mapas: lista de mapas publicados gerados pelos usuários a partir de camadas e estilos disponíveis no GeoInfo;
Documentos: publicação de dados tabulares e de texto associados aos dados geoespaciais gerados pela Embrapa.
Atualmente, estão disponíveis 98 conjuntos de dados geoespaciais e mais 85 documentos e três mapas interativos.

A equipe do Núcleo de Geomática da Embrapa Solos ressalta que a Inde garante à sociedade o acesso a dados espaciais consistentes, assim como resguarda os pesquisadores. “Ao disponibilizar seus dados espaciais na Inde, o produtor da informação e sua equipe passam a ter garantia do registro da autoria e maior visibilidade. A Embrapa também se beneficia, uma vez que os dados espaciais gerados por suas pesquisas passam a ter metadados associados, resguardando sua linhagem, equipe, metodologia e qualidade”, explica a pesquisadora Margareth Simões, que participou da equipe que estabeleceu as diretrizes da Inde, coordenada pelo IBGE e pela Comissão Nacional de Cartografia (Concar).

Entenda melhor a INDE

Fonte: Embrapa

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